Nós, atleticanos, já sabíamos desde a última rodada que a queda para a segundona era uma espécie de crônica de uma morte anunciada. Caimos com dignidade, sem grandes traumas, invasão de campo e violência, apenas um sensação de desperdício estampada nos milhões de rosto rubro-negros por todo o país. Mas a vida continua - e o Furacão também- e no ano que vem estaremos lá, na arquibancada, com a mesma garra, amor e paixão de sempre, pois o atleticano nunca desiste.
Nelsinho, Gorgó, Luiz "raposa", Pelego, Tico Fayad, professor Remy, Reinaldinho, Jefe Picanço, Alyana, "Latinha", João Alberto, Polaco, Cabeção, Tico "boca", Totola, Heitor Gomes, Maurício e minha esposa, filhas e filhos, neta, que hoje sentem essa dor incontida, representadas nas lágrimas amargas que rolam pelo rosto, tenham a certeza, como eu tenho, que o nosso querido Atlético virá ainda maior, pois o sofrimento e a dor são sentimentos pedagógicos.
"Furacão Ê Ô... ATLÉTICOOO!
