"Monocrômica, anacrônica, atraente, arcaica Antonina, não amo-te ao meio, amo-te à maneira inteira."
Edson Negromonte.



sábado, 18 de dezembro de 2010

ANTONINA CRIA…E O MUNDO COPIA!

por Jeff Picanço

Como já se sabe há muito tempo, a genialidade antoninense é como um jarro inesgotável de criatividade e de boas idéias para a humanidade. Modestos, os capelistas preferem não fazer alarde destas características tão peculiares aos nascidos entre a BR-116, lá no posto Jaguatirica, e o Registro, ali na foz do Nhundiaquara, próximo a Ilha do Teixeira. Este comportamento tão desinteressado dos antoninenses, no entanto, faz com que muitas das contribuições importantes criadas em Antonina e que revolucionaram a história da humanidade sejam esquecidas. Pior, faz com que estas descobertas científicas sejam atribuídas a outrem, alhures (no bom vernáculo, entenda-se: “copiadas por um bando de chupim de fora”).
Tal foi o caso de João Bang, o bagrinho que estabeleceu as bases da psicanálise e do método psicanalítico. João Bang, de tradicional família capelista, desde sempre foi dado ao pensamento e a reflexão. Pensamento rápido e instintivo, que sempre se fazia entender nas encrencas de menino.
Quando cresceu, em nada modificou seu comportamento peculiar, sempre amigo do diálogo, nem que este fosse feito na base do berro, o que contribuiu para que ganhasse a alcunha com que seria conhecido: Bang. Amigo do carteado, fazia sempre do jogo uma forma de analisar e compreender a alma humana. Sabia com certeza distinguir quem falava sempre a verdade dos mentirosos compulsivos. Os paranóicos, que sempre achavam que estavam sendo roubados. Os maníaco-depressivos, que se deixavam roubar, tudo isso Bang observava com sua lente analítica. Era um voraz decifrador da mente humana. Para entender esta faceta de seu pensamento, recomendo a leitura de seu pequeno compêndio, “Psicologia da vida Cartesiana”, onde, como é óbvio, Bang não discute o mestre Francês e sim as estratégias do jogo de cartas.
Inveterado jogador do jogo do bicho, costumava usar os sonhos para fazer seus jogos. Estava em determinado momento escrevendo seu mais importante livro, “A Interpretação Dos Sonhos”, onde fazia importantes conjecturas sobre os aspectos mais obscuros da mente humana e suas relações com o jogo do bicho. Num dia desses, em que sonhou com uma voluptuosa vizinha, percebeu que tinha que jogar no bicho. Acordou gritando “égua, super-égua, irra!!”, e quis ir imediatamente à banca fazer a aposta. Mas sua mãe não deixou, estava de castigo.
Acontece que um caixeiro viajante, judeu austríaco, um tal Sigismundo, estava passando por Antonina naquela época. Também tinha problemas com a mãe, e prestou atenção nos berros de João Bang. Sigismundo usou de artifícios indesculpáveis - fingiu-se de amigo e, enquanto João Bang, deitado no divã de sua casa, contava os problemas que tinha com sua mãe, Sigimundo anotava tudo incessantemente. Sempre, como se pode esperar, Sigismundo entendia Bang de maneira imperfeita. No seu português deficiente, por exemplo, Sigismundo entendeu “égua, super-égua, irra!!” como “ego, superego e id”, entre outras barbaridades que inventou para o jargão psicanalítico.
Sigismundo voltou para Viena, onde residia, e no ano seguinte colocava ao mundo, em alemão, as teorias que havia ouvido - sob segredo, frise-se – de João Bang. “Die Traumdeutung”, ou “A Interpretação dos Sonhos”, um dos livros mais importantes da cultura ocidental, na verdade, foi uma descarada colagem das idéias de João Bang sobre como utilizar os sonhos e ficar rico com o jogo do bicho. Bang, aliás, quando soube por meio de seus editores do lançamento do livro em Viena foi até o Mercado, tomou uma boa pinga de Morretes e fez sua fezinha: “urso, na cabeça”.

5 comentários:

Isa disse...

Que o seu natal seje repleto de paz, saúde e confraternizações, não esquecendo o aniversariante Jesus. E um ano vindouro de muitas realizações e sorte.

Com carinho
Isa

http://sabedorias-isa.blogspot.com

Anônimo disse...

Ванная комната являетcя помещением, в котоpом мы не только моемcя. Она пpевpатилаcь в уютное меcто отдыxа поcле тяжелого дня, где мы xотим чувcтвовать cебя в пpиятном окpужении эcтетичной и комфоpтной обcтановки. Ванна должна cпоcобcтвовать этому отдыxу и не пpиноcить дополнительныx xлопот. Поэтому, она должна быть очень пpочной и уcтойчивой, чтобы cлужить ежедневно в течение длительного cpока.

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Ass: Gaganiev Antoninescus

PAULO R. CEQUINEL disse...

Но что дерьмо это? Как так? Что ебешь это? ЮНКА Сталин уже знает все это?

Edson de Araújo disse...

Pedro Perereca demorou duas horas prá entender o que Bang falava:
"Sou o professor que tem a melhor dicção em Antonina!"
Joer motor de popa tinha uma dicção um pouco melhor!
E quedê Frango de MacumBÁ?
Nunca mais tive notícias do caboclo!

Amigos do Jekiti disse...

Dizem que por conta de uma decepção amorosa com Luiz Carlos Cabeção,ele preferiu exilar-se em Guaraqueçaba... e esquecer-se.

O JEKITI NOS ANOS 60 - foto do amigo Eduardo Nascimento

O JEKITI NOS ANOS 60 - foto do amigo Eduardo Nascimento